Cicerone
A escola

Sobre a Cicerone

Uma escola online de jornalismo cultural baseada em Salvador, BA, com foco em cobertura, crítica e gestão de pautas culturais para jornalistas em todo o Brasil.

Quem somos

A Cicerone surgiu em 2021 com uma pergunta simples: por que existe tanta formação genérica em jornalismo e tão pouco espaço dedicado especificamente à cobertura e à crítica culturais? O mercado cultural brasileiro — com festivais de cinema, música ao vivo, literatura, artes visuais e teatro — produz pautas o ano todo, mas muitos jornalistas chegam a essas coberturas sem nenhuma preparação específica para o campo.

A resposta foi criar uma escola que trate o jornalismo cultural como área de especialização, não como módulo opcional. Operando como Cicerone LTDA, a escola oferece três programas online: um curso introdutório de cobertura cultural, uma oficina de crítica de artes e um programa longo voltado à gestão de editorias culturais.

As turmas têm no máximo 18 participantes. Esse limite não é marketing — é a única forma de garantir que cada pessoa receba feedback real e detalhado sobre seus textos, e não apenas uma rubrica padronizada.

Espaço de trabalho editorial com referências culturais

O que ensinamos

Os três programas da Cicerone cobrem estágios distintos do trabalho com jornalismo cultural — do texto de estreia ao planejamento de uma editoria inteira. Cada um tem metodologia, duração e público-alvo diferentes.

  • 6 semanas
    Repórter de Cultura: Primeiros Passos

    Introdução à cobertura de música, cinema, literatura e cultura popular como pauta jornalística. Inclui aulas ao vivo, exercícios práticos e feedback em um perfil de artista ou espaço cultural local.

  • 10 semanas
    Oficina de Crítica de Artes

    Desenvolvimento de voz crítica com rigor e cuidado. Seis críticas com feedback escrito, leituras em grupo e atenção às especificidades de cada linguagem artística.

  • 6 meses
    Programa Editoria de Cultura

    Para quem quer editar ou gerir uma editoria cultural, newsletter ou podcast. Mentoria mensal e construção de um plano editorial de três meses com peças de amostra.

Onde estamos

A Cicerone tem sede em Salvador, na Bahia — cidade com uma das cenas culturais mais ricas e diversas do Brasil. Da música afro-baiana ao teatro experimental, do carnaval às galerias do Centro Histórico, Salvador é um laboratório cultural permanente que informa a perspectiva com que abordamos o ensino do jornalismo cultural.

Os cursos são inteiramente online, o que nos permite receber participantes de qualquer estado. Já tivemos turmas com jornalistas de Recife, Belém, São Paulo, Florianópolis e de cidades sem sequer uma escola de jornalismo nas redondezas.

Avenida Sete de Setembro, 1936 – Vitória, Salvador – BA, 40080-001, Brasil
Entre em contato →
Vista do centro histórico de Salvador, BA

Quem leciona

Os programas são conduzidos por profissionais com trajetória em redações e publicações culturais independentes.

RC

Instrutora de cobertura cultural

Mais de dez anos de experiência em coberturas de festivais de música, cinema e literatura. Trabalhou em veículos impressos e digitais no Nordeste antes de migrar para o ensino de jornalismo especializado.

MC

Instrutora de crítica de artes

Crítica de artes visuais e teatro com publicações em suplementos culturais e revistas especializadas. Conduz a Oficina de Crítica com foco na construção de argumentos e no equilíbrio entre contexto e opinião.

AF

Coordenador editorial

Ex-editor de suplemento cultural de jornal regional e fundador de uma newsletter de cultura baiana com leitores em seis estados. Responsável pelo Programa Editoria de Cultura e pela mentoria mensal com participantes.

Nossa forma de trabalhar

Textos, não teoria

A unidade básica de cada programa é o texto produzido pelo participante. Aulas e leituras orientam, mas é nos rascunhos e nas revisões que o aprendizado acontece de fato.

Feedback detalhado por escrito

Cada entrega recebe comentários escritos da instrutora dentro de um prazo definido — não apenas notas ou pontuações. O participante sabe o que funcionou e o que precisa ser trabalhado.

Turmas pequenas, debate real

O limite de 18 participantes por turma existe por uma razão prática: com mais pessoas, o debate em aulas ao vivo dilui e perde substância. Preferimos turmas menores a turmas numerosas.

Pronto para dar o próximo passo no jornalismo cultural? Fale com a nossa equipe.